Blog de AE

Amados irmãos e irmãs jufristas,

Paz e Bem!


Enriquecidos pela divina Ruah, nos alegramos com a chegada de mais uma Semana de Promoção Vocacional, a PROVOCAE. Nesta quinta edição, refletiremos o tema: Vocação é servir, Fraternidade é partilhar. E teremos como inspiração bíblica, o relato das primeiras comunidades: "... eram unidos e colocavam em comum todas as coisas." (Atos 2,44b). Para uma sintonia maior de nossas atividades, nossa semana terá início no dia 11 e terminará no dia 19 de agosto. Assim, teremos dois pilares-modelos para nosso caminho e promoção vocacional, Santa Clara e Maria, celebrando a festa da sua assunção.

Alinhada com uma das prioridades da JUFRA para o triênio 2016-2019, a formação para gestão econômica das fraternidades, este ano nossa temática está centrada para o sentido da Partilha-Doação-Serviço. Por isso, novamente elaboramos duas propostas de encontro de caráter celebrativo-formativo, um para as Fraternidades existentes, como forma de reflexão do carisma e outro para aqueles jovens e demais grupos que desejam aprofundar-se mais no conhecimento do carisma franciscano, bem como também contamos com um material formativo voltado para a IMMF. Somado a isso, disponibilizamos ideias da realização de um gesto concreto, como ponto alto e resultado das nossas reflexões. Não se esqueçam de fazer registros dos encontros e do gesto concreto, marcar a página da JUFRA do Brasil, utilizando as tags #PROVOCAE #VocaçãoÉServir #FraternidadeÉPartilhar nos perfis das redes sociais (@jufradobrasil – Instagram e fb.com/jufradobrasil – Facebook) e também enviar para nosso e-mail: jufrabrasil@gmail.com.

Confira os materiais:
Material (Oração da V PROVOCAE, Propostas de Encontro e Gesto Concreto)








Nossa irmã Hannah Jook Otaviano, de Fortaleza-CE, está representando a Juventude Franciscana do Brasil no 5º Congresso Nacional da Pastoral da Juventude no Meio Popular. 
Acompanhe conosco os registros e relatos em primeira mão.







Mossoró-RN e Aracaju-SE, 12 de julho de 2018


Queridas irmãs e irmãos reunidos no 5º Congresso Nacional da Pastoral da Juventude do Meio Popular (PJMP),

É com grande alegria que nos sintonizamos nessa comemoração dos 40 anos de caminhada, são oportunidades de celebração, alegria e também revisão da belíssima história que esta Pastoral tem construído, principalmente na inserção naquelas periferias sociais e existenciais. Nós da Juventude Franciscana (JUFRA) do Brasil reafirmamos nossa reciprocidade afetiva e efetiva com a PJMP e nos colocamos nessa sintonia deste Congresso que tem como tema: Águas e profecias: luzes no Meio Popular gerando vidas e o lema: Juventude e seu protagonismo resistência e liberdade.

            Nossos carismas se interpelam em tantos aspectos, seja na opção evangélica preferencial por aqueles marginalizados e excluídos, seja na participação ativa na comunidade eclesial, sendo agentes de transformação na Igreja e presença desafiadora na sociedade. Juntos aos demais organismos da Igreja e especial às Pastorais da Juventude da CNBB (PJ, PJE, PJMP e PJR), queremos debater, articular e desenvolver trabalhos onde se faça ecoar nossa voz para denunciar todas as formas de opressão e injustiça, e participar das lutas para a construção de uma nova sociedade, a Civilização do Amor, baseada na prática da Justiça Social e da promoção da Paz (Carta de Guaratinguetá: A JUFRA que queremos ser).

         Que nesse Ano do Laicato no Brasil, possamos clamar ao Espírito Santo para que num cenário marcado pela violência, pela retirada de direitos e pelo aumento dos discursos de ódio e de intolerância, ajude-nos a discernir os sinais dos tempos à luz da Palavra (Oração do 5º Congresso Nacional da PJMP) e que sejamos continuamente os autênticos “sal da terra e luz do mundo” (cf. Mt 5,13-14).







Fraternalmente,


Muhammed Araújo
Secretário da Ação Evangelizadora da JUFRA do Brasil


Washington Lima
Secretário (Presidente) Nacional da JUFRA do Brasil












Numa manhã de Fevereiro de 1208 Francisco ouviu na Missa o trecho do Evangelho onde se conta como Jesus enviou os discípulos a pregar e lhes indicou a maneira evangélica de viver. Celano salienta que no fim da Missa ele foi pedir ao sacerdote que lhe explicasse melhor essa passagem. E então, “exultando de alegria no Espírito Santo, exclamou: ‘É exatamente isso o que eu pretendo e procuro, e do fundo do coração anseio por realizar'” (1C 22). Boaventura comenta: “Ao escutar atentamente estas palavras, foi tal a violência com que o Espírito de Cristo o sensibilizou, que mudou de vida por completo … (Lm 2,2)” Isso constituiu para Francisco como uma Anunciação ou um Pentecostes. E logo se lançou na aventura da missão que teimará em seguir até à morte juntamente com os companheiros que se lhe vão associar.
Nessa passagem evangélica há uma palavra que especialmente o sensibilizou, segundo ele mesmo confidencia no Testamento: “Revelou-me o Senhor que devíamos saudar-nos dizendo: ‘O Senhor te dê a paz’” (T22). Isso virá a fazer dele, com a força do Espírito, o mensageiro da paz de Deus.
É exatamente sob essa figura de mensageiro da Paz que ele hoje é mais conhecido e invocado, como atestam o sucesso da Oração pela Paz, que lhe é atribuída, e até o encontro ecumênico dos chefes religiosos em Assis, convocado e presidido pelo papa João Paulo II em Outubro de 1986. Com a veia profética dum João Batista, também ele faz aos quatro ventos um apelo a todos à conversão, à reconciliação com Deus e com os irmãos, e mesmo com os inimigos: expulsa de Arezzo os demônios da violência; leva adversários a assinarem tratados de paz; reconcilia em Assis o bispo com o potestade. E à sua fraternidade ainda embrionária confia a mesma missão: «Ide, caríssimos, e anunciai aos homens a paz e pregai-lhe a conversão que leva ao perdão dos pecados» (1C 24).
O recente e histórico acontecimento de Assis mostra como o Espírito do Senhor continua a pressionar a Família franciscana a que se empenhe com coragem no serviço da paz, pela oração e pela promoção da justiça e dos direitos do homem.
Francisco sonha mesmo com levar a paz para além das fronteiras da cristandade do seu tempo. Por inspiração divina, ou seja, impelido pelo Espírito, atreve-se a fazer uma tentativa verdadeiramente pasmosa para a época: num gesto de cortesia, vai encontrar-se com o Sultão do Egito, considerado, e não sem motivo, o inimigo número um dos cristãos. Uma pregação deste gênero, bem como outros empreendimentos de paz, acaretam-lhe por vez dissabores e hostilidades: mas ele tudo suporta com alegria para seguir mais de perto os passos do seu amado Senhor, na esperança de poder acompanhá-lo até ao martírio. Na impossibilidade de atingir essa meta, acolhe com alegria as humilhações e um certo desprezo que lhe acarreta até mesmo por parte de alguns irmãos, a sua intransigente fidelidade em viver o Evangelho. A parábola da Perfeita Alegria, relatada na “I Fioretti” no capitulo VIII, representa a tradução maravilhosa da experiência de quem sabe sofrer perseguição pela justiça por amor de Cristo. Para Francisco, paz e alegria são frutos do Espírito.

Léon Robinot, ofmcap
Do Livro “A Espiritualidade de Francisco de Assis”, Editorial Franciscana – Braga – Portugal

Outros acontecimentos

A vida de Francisco de Assis apresenta a particularidade muito evidente de nela se poderem discernir certos momentos-chave: um homem sentindo-se num ápice apanhado, arrebatado por outrem, e imediatamente desviado em direção diferente, como que sorvido por um tornado ou abrasado por um incêndio…
O autor também escreve sobre outros destes arrebatamentos ocorridos sempre por ação do Espírito Santo. Leia mais: http://franciscanos.org.br/?p=18051


O que é a SOUC?
É a Semana de Oração pela Unidade Cristã (SOUC), promovida mundialmente pelo Pontifício Conselho para a Promoção da Unidade dos Cristãos e pelo Conselho Mundial de Igrejas. No hemisfério Sul, as Igrejas geralmente celebram a Semana de Oração no período de Pentecostes, que também é um momento simbólico para a unidade da Igreja.
No Brasil, o Conselho Nacional de Igrejas Cristãs (CONIC) lidera e coordena as iniciativas para a celebração da Semana em diversos estados. Neste ano o tema é inspirado no livro do Êxodo: "A mão de Deus nos une e liberta". E traz em seu cartaz pessoas em barcos que simbolizam, sobretudo nesses tempos de crise migratória, pessoas refugiadas que vivem cada vez mais à deriva dos poderes constituídos.
A arte alude, por um lado, que muitas dessas pessoas refugiadas contam com a "mão" de Deus que, de uma forma ou de outra, os ampara. É também a mão de Deus, presente em águas revoltas, que nos movimenta a agirmos em favor de uma humanidade que não se conforma com a violação dos direitos humanos e da dignidade de irmãos e irmãs de diferentes culturas e etnias.
 O barco, símbolo do movimento ecumênico, também remete à comunidade cristã, que tem como desafio navegar, ecumenicamente, rumo à unidade. Entretanto, essa unidade almejada apenas será concreta se todas as pessoas tiverem acesso à justiça, o direito de viver em seus territórios de origem e o direito de viver sua cultura e espiritualidade.

Texto adaptado, verificar publicação integral (https://www.conic.org.br/portal/semana-de-oracao)

Recebemos a belíssima contribuição do Regional Nordeste A1 (Maranhão) que preparou um encontro (BAIXE AQUI) para entrarmos em sintonia e oração pela unidade dos Cristãos.


Semana da Oração pela Unidade dos Cristãos

Tema: “A mão de Deus nos une e nos liberta” – (Ex. 15, 1-21)

Ambientação: Bíblia no centro da ornamentação, flores coloridas representando a diversidade ecumênica, imagens ou cartazes que represente denominações cristãs, Cartaz da SOUC 2018, correntes representando a escravidão, folhas ou galhos, velas, crucifixo. (A ornamentação pode ser adaptada conforme realidade da fraternidade)
Acolhida: Recepção fraterna e saudações de Paz e Bem, pedir que todos entrem em silêncio, o ambiente deve estar com pouca luz e velas acesas. Convidar os irmãos a ficarem de joelhos e formar uma corrente humana e rezar pela Unidade dos Cristãos.

Introdução
ANIMADOR: Hoje os cristãos caribenhos de diferentes tradições veem a mão de Deus agindo para terminar com a escravidão. É uma experiência de união em torno da ação salvadora de Deus que leva à liberdade. Como os israelitas, os povos do Caribe têm uma canção de vitória e liberdade para cantar e é um canto que os une. No entanto, desafios contemporâneos de novo ameaçam escravizar e de novo ameaçam a dignidade do ser humano criado à imagem e semelhança de Deus. Embora a dignidade humana seja inalienável, ela fica frequentemente obscurecida tanto por pecados pessoais como por estruturas sociais pecaminosas.
LEITOR 1: Em nosso mundo decaído, as relações sociais muitas vezes não têm a justiça e a compaixão que honram a dignidade humana. Pobreza, violência, injustiça, o vício das drogas e da pornografia e a dor, o desgosto e a angústia gerados por tudo isso são experiências que distorcem a dignidade humana.
TODOS/AS: A mão direita de Deus, que tirou o povo da escravidão, deu contínua esperança e coragem aos israelitas, assim como continua a trazer esperança aos cristãos do Caribe.
LEITOR 2: Eles não são vítimas de circunstâncias fora de controle. Testemunhando essa esperança comum, as Igrejas estão trabalhando juntas para prestar serviço a todos os povos da região, mas particularmente aos mais vulneráveis e negligenciados. É o que vemos nas palavras do hino: “a mão direita de Deus está semeando em nossa terra, plantando sementes de liberdade, esperança e amor”.
Obs.: Dividir os irmãos em dois grupos de discussão, em seguida reflexão relacionando os dois textos abaixo com o tema, o ecumenismo e a realidade do povo caribenho.

Magistério da Igreja:
“Por «movimento ecumênico» entendem-se as atividades e iniciativas, que são suscitadas e ordenadas, segundo as várias necessidades da Igreja e oportunidades dos tempos, no sentido de favorecer a unidade dos cristãos. Tais são: primeiro, todos os esforços para eliminar palavras, juízos e ações que, segundo a equidade e a verdade, não correspondem à condição dos irmãos separados e, por isso, tornam mais difíceis as relações com eles; depois, o «diálogo» estabelecido entre peritos competentes, em reuniões de cristãos das diversas Igrejas em Comunidades, organizadas em espírito religioso, em que cada qual explica mais profundamente a doutrina da sua Comunhão e apresenta com clareza as suas características. Com este diálogo, todos adquirem um conhecimento mais verdadeiro e um apreço mais justo da doutrina e da vida de cada Comunhão. Então estas Comunhões conseguem também uma mais ampla colaboração em certas obrigações que a consciência cristã exige em vista do bem comum. E onde for possível, reúnem-se em oração unânime. Enfim, todos examinam a sua fidelidade à vontade de Cristo acerca da Igreja e, na medida da necessidade, levam vigorosamente por diante o trabalho de renovação e de reforma.” (Decreto Unitatis Redintegratio, Concílio Vaticano II)

Texto bíblico (Êxodo 15, 1-21)
Então Moisés cantou com os filhos de Israel este cântico ao Senhor. Disseram:
“Quero cantar ao Senhor, ele se sobreexaltou! Cavalo e cavaleiro precipitou no mar. Minha força e meu canto é o Senhor. Para mim ele foi salvação. É ele o meu Deus, eu o louvarei, o Deus de meu pai, eu o exaltarei. O Senhor é um guerreiro. Seu nome é o Senhor.
Carros e forças do faraó no mar os precipitou. A flor de seus escudeiros no mar dos juncos pereceu. Os abismos os recobrem. Desceram, qual pedra, ao fundo. A tua destra, Senhor, esplendorosa de poder, a tua destra, Senhor, esmaga o inimigo. Com soberana grandeza abates os teus adversários. A chama do teu furor os devora como restolho. Ao sopro de tuas narinas, as águas se amontoaram, as ondas se ergueram como um dique, os abismos coalharam no meio do mar. O inimigo dizia: Eu persigo e aprisiono, reparto os despojos e com eles sacio meu apetite. Desembainho a espada. Minha mão os despoja. Fizeste soprar teu vento, o mar os recobriu. Afundaram como chumbo nas águas gloriosas.
Quem é como tu entre os deuses, Senhor? Quem é como tu, esplendoroso em santidade, temível nos seus feitos, realizador de maravilhas? Estendeste a tua destra, a terra os tragou.
Com tua fidelidade conduziste o povo que reivindicaste. Com tua força o guiaste para a tua santa morada. Os povos ouviram e se apavoraram. O temor se apoderou dos habitantes da Filistéia. Então ficaram apavorados os chefes de Edom. Tremor tomou conta dos príncipes de Moab. Todos os habitantes de Canaã estão abalados. Terror e pavor caem sobre eles. Sob o poder de teu braço eles se calam, petrificados, enquanto passa o teu povo, Senhor, enquanto passa o povo que adquiriste. Tu o fazes entrar e o plantas sobre a montanha que é teu patrimônio. Preparaste, Senhor, um lugar para que nele habites. Tuas mãos fundaram um santuário, ó Senhor. O Senhor reina para todo o sempre”!
A cavalaria de Faraó tinha penetrado no mar, com seus carros e cavaleiros, e o Senhor fizera recuar sobre eles as águas do mar; os filhos de Israel, porém, haviam andado a pé enxuto no meio do mar.
A profetisa Míriam, irmã de Aarão, pegou o tamborim. As mulheres todas a seguiram, dançando e tocando os tamborins. E Miriam entoou este canto: “Cantai ao Senhor. Soberba é sua exaltação. Cavalo e cavaleiro precipitou no mar”.
Tradução ecumênica de Biblia (TEB)

Reflexão
1 – Como podemos relacionar os temas abordados nos textos com o ecumenismo e a realidade do povo caribenho?
2 – Podemos ter uma igreja unida a todas as manifestações cristãs sem que haja barreiras e escravidão?
3 – Enquanto Juventude Franciscana, estamos abertos para o diálogo ecumênico e até mesmo o inter-religioso?
4 – Quais passos e ações nossa fraternidade pode dar nesse sentido da caminhada?

Final
Oração pelo povo:
D: Dando graças por nossa libertação da escravidão ao pecado, coloquemos nossas necessidades diante do Senhor, pedindo-lhe que quebre as cadeias que nos escravizam e que, em vez disso, nos una com os laços do amor e da comunhão.
Cada intercessão é proclamada por um leitor diferente. Ao terminar, cada um dos leitores une suas mãos ou braços com membros da assembléia, formando assim uma corrente humana.
L1: Deus do Êxodo, conduziste teu povo pelas águas do Mar Vermelho e os redimiste. Fica conosco agora e liberta-nos de todas as formas de escravidão e de tudo que obscurece a dignidade humana.
T: Coloca tuas mãos sobre nós, ó Senhor, para que possamos viver.
L2: Deus de toda fartura, em tua bondade cuidas de todas as nossas necessidades. Fica conosco agora, ajuda-nos a estar acima do egoísmo e ambição e dá-nos a coragem de sermos agentes de justiça no mundo.
T: Coloca tuas mãos sobre nós, ó Senhor, para que possamos viver.
L3: Deus de amor, nos criaste à tua imagem e nos redimiste em Cristo. Fica conosco agora, capacita-nos para amar nosso próximo e acolher o migrante.
T: Coloca tuas mãos sobre nós, ó Senhor, para que possamos viver.
L4: Deus da paz, permaneces fiel à tua aliança conosco, mesmo quando ficamos distantes de ti, e em Cristo nos reconciliaste contigo. Fica conosco agora e coloca um novo espírito e um novo coração em nós, para que possamos rejeitar a violência e, por outro lado, ser servidores da tua paz.
T: Coloca tuas mãos sobre nós, ó Senhor, para que possamos viver.
L5: Deus da glória, és todo poderoso, mas ainda assim, em Jesus, escolheste ter um lar numa família humana, e nas águas do Batismo nos adotaste como teus filhos. Fica conosco agora e ajuda-nos a permanecermos fiéis a nossos compromissos familiares e nossas responsabilidades comunitárias e a fortalecer os laços de comunhão com nossos irmãos e irmãs em Cristo.
T: Coloca tuas mãos sobre nós, ó Senhor, para que possamos viver.
L6: Deus, Uno em três Pessoas, em Cristo nos fizeste UM contigo e uns com os outros. Fica conosco agora e pelo poder e consolação do Espírito Santo, liberta-nos do auto-centrismo, da arrogância e do medo que nos impedem de trabalhar intensamente pela unidade visível da tua Igreja.
T: Coloca tuas mãos sobre nós, ó Senhor, para que possamos viver.

Canto: Canção da Unidade (https://www.youtube.com/watch?v=LMlJESwkXMM)
Que seja um, é um que eu quero mais
Que seja um, é um que eu quero mais (2x)
O Meu amor é o que nos torna capazes.

Sem medo algum se amem mais
Sem medo algum se amem mais (2x)
O Meu espírito é quem age e faz

Oração final
Senhor,
humildemente pedimos que, por tua graça, as Igrejas do mundo inteiro possam se tornar instrumentos da tua paz. Através de sua ação conjunta como representantes e agentes da tua cura, na reconciliação do amor entre povos divididos, possa teu nome ser santificado e glorificado. Amém.
A mão direita de Deus está semeando em nossa terra, plantando sementes de liberdade, esperança e amor. Nessas terras de tantos povos, que todos os seus filhos juntem as mãos
e sejam UM com a mão direita de Deus.

Pai Nosso...